quarta-feira, 3 de julho de 2019

Sobrinho mata tia a facadas, arranca o coração dela e entrega para filha da vítima

Sobrinho morava em São Paulo e estava hospedado na casa da vítima, no Mato Grosso. Tia descobriu que ele era usuário de droga e pediu para que ele deixasse a residência.

Um homem foi preso na noite dessa terça-feira (2) acusado de ter matado a tia dele, arrancado o coração dela e levado o órgão para a filha da vítima em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, registra o G1.

Segundo a polícia, a vítima foi identificada como Maria Zélia da Silva, de 55 anos, que foi morta a facadas dentro da casa dela pelo sobrinho Lumar Lopes, de 28 anos, que é usuário de drogas.

Ele confessou o crime à família.

O crime aconteceu em uma residência na Rua Rio Negro, no Bairro Vila Bela.

De acordo com a família da vítima, Lumar morava em São Paulo e veio para Sorriso, onde ficou hospedado na casa da tia.

Depois de um tempo, a tia descobriu que ele era usuário de drogas e pediu que o sobrinho saísse da casa.

O primo dele, filho da vítima, arrumou uma quitinete para que ele ficasse temporariamente.

O suspeito já havia deixado a residência, porém, foi até a casa da tia dele e a matou a facadas.

O suspeito ainda arrancou o coração da mulher e levou o órgão em uma sacola para a filha dela.

A filha da vítima, Patrícia Cosmos, afirmou que o primo ‘estava fora de si’ e que ainda exigia que ela entregasse a filha dela, de 7 anos.

Lumar roubou o carro de Patrícia e saiu da casa.

Segundo o perito Nilson Carlos Dalberto, o suspeito usou duas facas para matar a vítima. A mulher tinha três ferimentos, sendo no pescoço e no tórax.

“Ela apresenta espuma na boca, o que muito provavelmente indica que, durante a abertura do tórax, essa vítima ainda estava respirando. Não é possível afirmar se estava consciente ou não. É um fato completamente fora do comum, muito diferente do que a gente está acostumado a ver”, analisou.

O corpo da vítima foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Sorriso.

Lumar foi preso e levado à delegacia da Polícia Civil.

Com informações, G1


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