sexta-feira, 18 de maio de 2018

Valadares e Emanoel Cacho discordam sobre situação jurídica do ex-prefeito Sukita

Desde o inicio da manhã dessa quinta-feira (17) que o advogado criminalista, Emanuel Cacho, que faz a defesa do ex-prefeito de Capela Manoel Sukita e o senador Antonio Carlos Valadares tentam chegar a um acordo sobre a situação jurídica do ex-prefeito.

Emanuel Cacho usou as redes sociais e no grupo “Café com Política” afirmou que “invariavelmente, como tenho feito nos últimos 30 anos quando defendo uma causa, o faço com empenho profissional. Com a causa de Sukita não é diferente. Lutei em todas as frentes possíveis para provar que ele não assinou o documento de renúncia a candidatura, e como ele alegava, era um documento falso. E está provado pela Perícia da Polícia Federal, é um documento falso”, escreveu Emanuel.

Ao tomar conhecimento das declarações feitas pelo advogado, o senador Valadares usou o mesmo espaço para responder. “Amigo Emanuel Cacho, Confesso que não sabia que você era o advogado desse caso. Nem quis colocar nas costas do advogado, quem quer que fosse, pelo infortúnio jurídico de seu cliente. Sergipe inteiro reconhece a sua competência e zelo na defesa de todos aqueles que o procuram no seu escritório para atuar em todas as instâncias do judiciário. E também enaltecem, como eu próprio enalteço, o respeito com que conduz o processo sob sua responsabilidade, sem atingir a outra parte, sempre mantendo, com o mesmo nível de consideração, as amizades construídas antes da causa que passa a defender. 

Sei o quanto você procurou aconselhar o seu constituinte a ter mais equilíbrio em suas manifestações, mas, lamentavelmente, não obteve êxito em sua ação benfazeja. Se você como advogado não recorreu o fez pensando naturalmente em outra estratégia para beneficiar seu constituinte, situação utilizada em alguns casos no âmbito do Judiciário. Por isso venho aqui afirmar que, pela responsabilidade profissional como sempre se conduziu em todos os processos, você atuou no exercício de sua prerrogativa como defensor, ao preferir não se manifestar sobre a sentença naquele momento. Forte abraço, Valadares”, escreveu Valadares.

Emanuel Cacho encerrou dizendo que “asseguro-lhe que minhas respostas serão dadas nos autos dos PROCESSOS, principalmente no pedido de desarquivamento de um certo Processo Criminal Eleitoral onde exigirei que os exames grafotécnicos dos envolvidos no fato sejam realizados, assim como exigi exame grafotécnico de Sukita nos últimos 4 anos (e foi negado) e que somente foi realizado no processo em que tentavam condená-lo por um crime que comprovadamente não cometeu! Na denunciação caluniosa dos dirigentes do PSB. Tal prova só foi efetivamente concretizada juridicamente para nós no dia 05/03/2018 com a Decisão Judicial do Arquivamento do processo de denunciação caluniosa por uma Juiza Federal. 

No mais, os argumentos utilizados para descredenciar a prova criminal contundente da falsidade documental poderá ser facilmente comprovada com os exames grafotécnico dos envolvidos no caso, se são inocentes ou culpados só a perícia dirá”, disse o advogado e concluiu: “Não tenha dúvidas, a história irá Registrar essa verdade, doa em quem doer!”, disse Cacho e concluiu: Entendi sua manifestação em relação a minha pessoa e ao meu trabalho como advogado e a recebo com muito respeito e resignação. Não foi sem razão que o havia perdoado pela menção da “PERDA DE PRAZO” para o Recurso Especial em relação ao processo Valadares X Sukita. O que não ocorreu conforme será Certificado nos Autos. achei que o imbróglio poderia ser melhor resolvido com outra estratégia que resolvesse definitivamente a questão. Acredite. Não tenho nenhum tipo de sentimento negativo quanto a sua pessoa. Ao contrário, sempre torci para que esse caso fosse levado a termo e que chegasse ao fim.
A busca pela justa JUSTIÇA é um instrumento de cidadania, ao qual, tanto o senhor, quanto Sukita, poderão fazer uso para legitimação de suas crenças e fé na RETA RAZÃO!”.

As informações são de Munir Darrage, do Faxaju Online.

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