sábado, 10 de março de 2018

A verdade sobre o Largo da Gente Sergipana em Aracaju

Estão circulando diversas notícias falsas sobre o Largo da Gente Sergipana! Conheça a verdade!

• O governo de Sergipe não vai gastar R$ 6, 7 ou 8 milhões de reais na obra como estão divulgado falsamente nas redes sociais. A parte do governo na obra é de R$ 2,2 milhões para cobrir as despesas com a infraestrutura do Largo, o restante são recursos de patrocínio do Banese que possui linhas próprias para isso e não podem ser utilizados em outras finalidades de Governo.

• O governo de Sergipe tem cerca de R$ 600 milhões investidos em obras em Aracaju que incluem novas avenidas para melhorar a mobilidade urbana na zona norte e zona sul, conjunto habitacional, obras de saneamento e abastecimento de água,

reformas de escolas, incluindo o Atheneu, maternidade Hildete Falcão, Centro de Recuperação de Pessoas com Deficiências, novos leitos no HUSE, entre outras.

• As representações folclóricas sergipanas: Lambe Sujo e Caboclinhos, Chegança, Cacumbi, Taieira, Bacamarteiro, Reisado, São Gonçalo e Parafuso são estátuas que vão projetar a nossa cultura popular, criando a oportunidade para se discutir a origem e a nossa raiz popular, nas suas diversas manifestações.

• A concepção do projeto foi feita de modo a não prejudicar a navegabilidade do Rio Sergipe e não há aterro sobre o mesmo. É um projeto ambientalmente correto.

• Foi feita uma pesquisa e fundamentação para a realização do monumento que fomentará uma cadeia produtiva do Turismo, da Educação e da Economia Criativa.

• O projeto foi iniciado com todas as autorizações e licenciamentos necessários com liberações da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), da Capitania dos Portos, da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), da Agência Nacional de Águas (ANA), do Conselho Estadual de Cultura e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). As autorizações compreenderam o projeto arquitetônico e de urbanização, o estudo das marés, a sondagem de solo para o projeto estrutural e os estudos elétrico e luminotécnico.

• A visitação para os turistas não atrapalhará o trânsito na avenida Ivo do Prado, já que o monumento usa como apoio às instalações do Museu da Gente Sergipana, que dispõe de mais de 100 vagas de estacionamento disponíveis, além do Café da Gente e da loja.


Com informações da ASN #CompartilheAVerdade:

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Conheça os detalhes característicos dos grupos folclóricos que estão sendo destacados na grande obra do largo da Gente Sergipana.


Folclore é o conjunto de tradições e manifestações populares constituído por lendas, mitos, provérbios, danças e costumes que são passados de geração em geração.

O folclore simboliza a cultura popular e apresenta grande importância na identidade de um povo, de uma nação. Para não se perder a tradição folclórica, é importante que as manifestações culturais sejam transmitidas através das gerações.

Em Sergipe as representações folclóricas mais presentes são : Lambe Sujo e Caboclinhos, Chegança, Cacumbi, Taieira, Bacamarteiro, Reisado, São Gonçalo e Parafuso.

Esses, o Governo de Sergipe construiu estátuas que fazem parte do Museu da Gente Sergipana que vão projetar a nossa cultura popular, criando a oportunidade para se discutir a origem e a nossa raiz popular, nas suas diversas manifestações.

LAMBE SUJO e CABOCLINHOS: São dois grupos folclóricos unidos num folguedo que se baseia na destruição dos quilombos.

O LAMBE SUJO: formado por meninos e homens pintados de preto. Uma mistura de de tinta e o melaço da cana-de-açúcar.

Os CABOCLINHOS: se pintam de roxo-terra com indumentárias indígenas. A festa do Lambe Sujo como é conhecida tornou-se uma das mais importantes da cidade de Laranjeiras acontecendo no segundo domingo de Outubro.

CHEGANÇA:
Representa a luta dos Cristãos pelo batismo dos Mouros, acontecendo suas apresentações nas portas das igrejas, as cores que representam são de predominância o azul e o branco, acompanhamentos com apitos espadas, tendo sua influência do samba em Sergipe. Com a mistura das culturas produziu um tipo de samba marcado por batidas suaves. Em Sergipe principalmente no litoral Sul grupos folclóricos como Batucada, samba de Coco e pisa pólvora são exemplos vivos da raiz mais pura do samba.

CACUMBI: Acredita-se que sua origem deriva de uma variação de outros autos como Congada, Gureeiro e Reisado. O grupo apresenta-se na Procissão de Bom Jesus dos Navegantes e no dia de Reis. Usando instumentos como Cuíca, pandeiro, reco-reco caixa e ganzá. Em Sergipe e encontado nos municípios de lagarto, Riachuelo e laranjeiras.

TAIEIRA: Características religiosas, louvação a São Benedito e Nossa Sra. do Rosário (Padroeiros Negros). Cores Vermelho e Branco, instrumentos usados são os Quexerés e tambores, um evento claro em suas demonstrações de sincretismo, com Santos, rainhas, procissão , dança, tudo ao mesmo tempo. Muito visto na cidade de Laranjeiras.

REISADO: Vindo para Sergipe no período Colonial, dança de período natalino em comemoração ao nascimento do menino Jesus e em homenagem aos Reis Magos, Celebração ao dia de Reis. Instrumentos usados: Violão, triângulo e Ganzá. Destaque entre outros a figura do "Boi" que culmina o ponto alto da dança.

SÃO GONÇALO :
Dança em.homenagem a São Gonçalo do Amarante , onde reza a lenda , um marinheiro que tirou muitas mulheres da prostituição, através dausica vinda do som de uma viola. Alem da viola a caixa e os pulés ( instrumentos feitos de bambu) fazem parte do conjunto de instrumentos. Apesar de louvar um Santo Catolico sua dança lembra movimentos de rituais afros.

PARAFUSOS: A historia vem do tempo da escravidão, onde os escravos negros fugitivos, saíam a noite para roubar as anáguas das sinhazinhas deixadas no quaradouro. Onde saíam pelas ruas dando pulos e rodopinjando em busca de liberdade. Essa dança em Sergipe é muito vista na cidade de Lagarto, os instrumentos que acompanham são acordeom, triângulo e bombo.

BACARMATEIROS:
Costume e tradição do município de Carmópolis. Os Bacamarteiros comemoram a noite de São João (24 de junho) com dança, música e muitos tiros de bacamarte (espécie de rifle artesanal). O grupo é composto por mais de 60 participantes, entre homens e mulheres. As mulheres trajam chapéu de palha e vestido de chita, dançam sempre em círculo, enquanto os homens, que ficam atrás, vão disparando tiros de bacamarte, de acordo com o desenrolar da dança.

Com informações da ASN.

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