quarta-feira, 22 de março de 2017

“Vou processar o promotor Henrique e a delegada Daniele”, declara Mendonça Parado

O presidente da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Mendonça Prado, desde a tarde desta terça-feira (21), que vem falando sobre a operação denominada Babel, desencadeada pelo Departamento de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap).

Nesta terça, a Deotap cumpriu 13 mandados de busca e apreensão na Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) e a Torre Empreendimentos.



Na manhã desta quarta-feira (22), Mendonça voltou a comentar sobre o assunto e fez duras críticas ao promotor de justiça, Henrique Cardoso e à delegada Daniele Garcia, esposa do promotor, inclusive avisou que irá processar o casal.

Mendonça afirmou em entrevista aos radialsitas Magna Santana e George Magalhães que “a delegada Daniele Garcia agiu de forma ilegal e desrespeitosa dizendo que ia prender um de nossos diretores, quando ele estava sendo ouvido. Ela disse que ia prender se ele fizesse o contrato. Isso é abuso de autoridade”, afirmou Mendonça.

Demonstrando muita irritação, Mendonça disse ainda que “eu queria que todos estivessem na minha posição com a consciência tranquila e respaldado pela lei”, diz Mendonça, avisando que irá processar o promotor Henrique Cardoso e sua esposa, a delegada Daniele garcia. “Eu vou processar o promotor e a delegada. É preciso que eles também sejam investigados”, disse Prado.

O presidente da Emsurb disse ainda que estão tentando macular a sua imagem e que isso ele não irá aceitar. “Não vou sair com minha imagem maculada por gente que não tem atitude”, avisou Mendonça. Ele reclamou ainda sobre a interceptação de seus telefones.

Mendonça Prado disse que o Ministério Público é um órgão de respeito, mas que há “uma laranja podre”. “O Ministério Público tem uma laranja podre que precisa ser investigado”, disse. Para Mendonça Prado, a empresa Cavo “é uma porcaria”.

Ao final da entrevista, Mendonça criticou pessoas que “vive jantando e dando vinho a políticos”. 
Informações de Munir Darrage, do Faxaju.

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