sábado, 25 de março de 2017

Joaquim Barbosa nega que teria dito já ter votado em Dilma e Lula

A informação foi divulgada na edição Jornal ‘O Globo’, do dia 23 de março.
Aí vai a resposta do magistrado:

Nunca votei em nenhum candidato do PT. Muito menos em Lula. Mas confesso que durante a sua presidência, fiquei surpreso e por vários momentos cheguei até a admirá-lo. O que fez pelos menos favorecidos foi elogiável, reconheço. Cheguei a pensar até que o Brasil se tornaria uma grande nação mundial, sólida e educada politica e socialmente. A maioria dos brasileiros parecia feliz e ele deixou o poder com 80% de aprovação.



O que ninguém sabia, no entanto, era que por trás desta aparente tranquilidade e sucesso, havia um quadrilha organizada e apoiada por ele, agindo nas sombras para surrupiar o País e as empresas públicas. O tumor maligno já estava instalado e lentamente se infiltrava nos órgãos, transformando-se em metástase.

Dilma, um cacto, foi plantada para levar o plano em frente e seria sua marionete perfeita, quase humana. Mas o que ele não podia prever é que a marionete não articulava bem e o Pinóquio acabou fugindo da casa do Gepetto e passou a viver por conta própria. A história todos conhecem. Tola, temperamental e sem nenhuma sensibilidade política e no afã de manter-se no poder, exagerou na dose ao financiar programas que sabia que não seriam suportados pelo tesouro, acabando por levar o país à bancarrota e ao caos financeiro, político e social. O discurso sustentado sempre foi o de separação de classes, regiões, cores e gêneros. Velha política de "Dividir para governar", afastando-se da unidade nacional que deveria manter os brasileiros unidos para um progresso comum.

Além disso, foi o grande arquiteto do foro de São Paulo que pretendia implementar a ditadura do proletariado na América do Sul. Utopia. O Brasil nunca se renderia ao comunismo e nunca se renderá. Aqui, as pessoas gostam de trabalhar e ser regiamente pagas por seu trabalho. Que o governo criou programas interessantes, criou sim. Muitos aproveitados dos governos passados. O que não previu, ou a ansiedade de poder não deixou ver, é que quem financiaria esses projetos seria a classe produtiva com seus impostos e empregos. Mas resolveram dividir os ganhos com empresários corruptos, levando essas empresas a bancar suas contas.

Resultado: Apanhados em flagrante, a casa caiu, o financiador faliu e tudo o que haviam, em tese, feito em prol da sociedade foi se perdendo no caminho. Perderam a mão, o respeito e tudo o que restou foi o Nós, e o Eles.

E agora José?

O dinheiro acabou, a fonte secou e o Brasil parou. Agora agonizam e chafurdam na lama de suas próprias torpezas e irresponsabilidades com a república. Esqueceram da ética, da moral e do principal, da vergonha. Mentem compulsivamente. Dissimulam, fantasiam um poder que já não têm. Entregam com pompas, obras feitas de ar, e que sabem, não poderão pagar.

Ao fim, perguntamos:

Quem está dando golpe em quem?

Instalado o caos pelo crime e por tudo o que fizeram e o que deixaram de fazer, só nos resta confiar na última trincheira antes que o pior aconteça: A JUSTIÇA.

Que Deus nos proteja e que todos os brasileiros vivam em paz.

Joaquim Barbosa.


texto

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