terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Agentes de limpeza pública paralisam os serviços em Aracaju

Apenas 30% do efetivo vai executar os trabalhos de coleta de lixo e varrição. Terceirizada diz que vai atender às solicitações dos funcionários.

Garis e margaridas que fazem a limpeza nas áreas públicas de Aracaju (SE) paralisaram as atividades a partir desta terça-feira (21). De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindilimp), apenas 30% do efetivo vai executar os trabalhos de coleta de lixo e varrição durante essa mobilização. Isso também vai refletir nas equipes de pintura, roçadeira e limpeza de canais.



Os trabalhadores reclamam de falta de intervalo durante a jornada, sobrecarga, ausência de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e reivindicam o pagamento de horas extras e adicional noturno, entre outros.

A Cavo, empresa terceirizada contratada pela Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), informou que está atendendo às reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.

"A Cavo entende que o sindicato deflagrou uma greve sem encerrar as negociações com a empresa. Na sexta-feira (17), novas reivindicações foram apresentadas em reunião de mediação no Ministério Público do Trabalho (MPT), que deu cinco dias para a Cavo se manifestar. Antes mesmo do fim do prazo, em função dos aportes feitos na última semana pela a Emsurb, a empresa começou a atender as demandas: está distribuindo EPIs (máscaras, luvas, óculos e botas), mandou confeccionar novos uniformes e está alterando a logística do fornecimento de água durante a operação nas ruas em benefício dos colaboradores", informou a terceirizada através de nota oficial.


G1 SE

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