segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Sukita explica a George Magalhães detalhes da condução coercitiva

Na manhã desta segunda-feira (19) George Magalhães entrevistou o ex-prefeito de Capela, Manuel Sukita. O ex-prefeito iniciou a entrevista falando sobre os detalhes da questão eleitoral de Japaratuba.


Segundo Sukita, a situação da prefeita eleita e diplomada Lara Moura ainda não está completamente definida. Isso porque, Lara ainda responde julgamento contra seu registro de candidatura no TSE. Ela assumiu através da decisão do TRE que reverteu a decisão de primeira instância.

Sukita falou que continua aguardando a decisão do Tribunal Regional Eleitoral, em Brasília sobre o registro de candidatura da Lara Moura. Caso ele seja efetivada como prefeita, “Faremos oposição simples e sem revanchismo, para não atrapalhar os destinos da município”, argumentou.

Sobre a condução coercitiva da Polícia Federal, ocorrida na última sexta-feira, 16, Sukita alegou que o motivo de ter sido ouvido pela Polícia, foi em virtude de uma denúncia feita pelo prefeito Ezequiel Leite. O ex-prefeito informou que os policiais não encontraram nada que pudesse manchar sua honra e que comprovasse a denúncia de Ezequiel.

Na avaliação do ex-prefeito, não era necessário a condução coercitiva, apenas devia ter sido intimado a depor e tudo seria simplesmente resolvido. Mas elogiou o comportamento dos policiais federais durante a operação.

Sobre a acusação que originou a condução coercitiva, tudo aconteceu por causa da contratação de um escritório de advocacia para defender os interesses do município de Capela, a respeito dos recursos dos royalties da Vale do Rio Doce. O escritório contrato por Sukita está sendo investigado pela Polícia Federal. O ex-prefeito ainda alegou que todo trabalho realizado pelo escritório contratado, foi revisto pelo Tribunal de Justiça de Sergipe.

Sukita explicou também que o município de Capela foi beneficiado com o trabalho do escritório contratado, no final da prestação do serviço foi feito o devido pagamento. Mas, segundo o ex-prefeito, com sua saída do comando do município, o prefeito Ezequiel não compreendeu e entendeu que havia erro, portanto,o denunciou.

Manoel Sukita ressaltou que o prejudicado foi o município de Capela, que na avaliação dele, deixou de receber mais R$ 100 milhões de reais. “Tudo isso por falta capacidade de gestão de Ezequiel, que ao invés de se preocupar com o município de Capela, ficou o tempo todo querendo me prejudicar”, explicou o ex-prefeito.

O ex-prefeito declara que mesmo com as investigações da Polícia Federal, quando sua esposa assumir o comando município de Capela, trabalhará para recuperar os percentuais de receita.

A investigação da Polícia Federal durou aproximadamente 1h30, de acordo com Sukita.

Sobre declaração de André Moura, argumentando que Sukita é forasteiro em Japaratuba, o ex-prefeito diz que não considera a palavra do deputado sobre ele, por se tratar de um adversário político. “Tudo que tenho na política é porque não me rendi aos caprichos de André Moura. Tudo que ele fez foi tentar me destruir, mas graças à Deus não conseguiu”, declarou.

Sukita também declarou que André Moura terá dificuldades para se eleger senador em 2018. “Quero saber se ele terá coragem de disputar o processo eleitoral de 2018 para senador, ele diz que é líder do governo federal, mas vive o tempo todo trabalhando aprovação de matérias reprovadas pela população”, argumentou.

Informações do Portal 'A Hora da Verdade'


texto

Nenhum comentário:

LEIA TAMBÉM