sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Sem falar com a imprensa, Sukita deixa sede da Polícia Federal

Durou aproximadamente cinco horas o depoimento do ex-prefeito Emanuel Sukita na sede da polícia Federal.

O depoimento do ex-prefeito de Capela, Manoel Messias Sukita Santos, durou cerca de cinco horas. A informação é que Sukita chegou à sede da PF antes das 7h30 da manhã e deixou o órgão por volta das 12h.

Ao deixar o local, Sukita estava acompanhado e não parou para falar com a imprensa, mas atendeu a ligação do Portal Infonet e esclareceu que estava tranquilo e que todas as informações foram passadas, deixando claro a sua inocência. Sobre o mandado coercitivo, Sukita afirmou que não achou necessário e que teria ido à sede do órgão para prestar as informações.




“Parece-me que é uma investigação normal, mas se tiver necessidade de alguma defesa que seja feita dentro do processo. Ele nunca se ausentou de Sergipe e nem nunca deixou de atender um chamado da Justiça. Foram apreendidos contratos de consultoria entre a prefeitura e esse escritório de advocacia. Era um contrato de recuperação de crédito que naturalmente ajuda os municípios a recuperar os créditos que tem com o governo federal”, explicou o advogado Emanuel Cacho.

Operação Timóteo

Agentes da Polícia Federal estão cumprindo mandado de condução coercitiva contra o ex-prefeito de Capela, Manoel Sukita Santos. De acordo com informações do advogado Emanuel Cacho, o ex-prefeito acabou envolvido nesta Operação da Polícia Federal, denominada Timóteo, por ter contratado um escritório de advocacia na época em que exerceu mandato de prefeito daquele município e este escritório está sendo acusado de envolvimento em suposto esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral.

A Operação foi desencadeada em 11 Estados, além do Distrito Federal, onde o escritório de advocacia contratado por Sukita está sediado, segundo Emanuel Cacho. A linha de defesa ainda não está definida, mas Emanuel Cacho acredita que o ex-prefeito apenas será conduzido para prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal em Aracaju. “Quando conhecer a acusação, definiremos a linha de defesa”, esclarece Emanuel Cacho

Informações de Kátia Susanna, Portal Infonet

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Agentes cumprem mandado de condução coercitiva em Sergipe

Agentes da Polícia Federal estão cumprindo mandado de condução coercitiva contra o ex-prefeito de Capela, Manoel Sukita Santos. De acordo com informações do advogado Emanuel Cacho, o ex-prefeito acabou envolvido nesta Operação da Polícia Federal, denominada Timóteo, por ter contratado um escritório de advocacia na época em que exerceu mandato de prefeito daquele município e este escritório está sendo acusado de envolvimento em suposto esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral.

A Operação foi desencadeada em 11 Estados, além do Distrito Federal, onde o escritório de advocacia contratado por Sukita está sediado, segundo Emanuel Cacho. A linha de defesa ainda não está definida, mas Emanuel Cacho acredita que o ex-prefeito apenas será conduzido para prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal em Aracaju. “Quando conhecer a acusação, definiremos a linha de defesa”, esclarece Emanuel Cacho.

Para o advogado que defende os interesses de Sukita em Sergipe, há “exagero e flagrante distorção do que a lei determina” nesta ação da Polícia Federal. A condução coercitiva, na ótica de Emanuel Cacho, só se aplica em caso de desobediência a alguma determinação judicial. “E Sukita nunca se recusou a comparecer à polícia. Ele compareceu todas as vezes que foi convocado”, informa o advogado.

A Operação Timóteo é uma ação da Polícia Federal que tem origem em Brasília, que investiga a atuação de escritórios de advocacia do Distrito Federal que possuem contratos com prefeituras de vários municípios brasileiros para prestar assessoria jurídica em projetos de exploração mineral, tendo como foco a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). Estes escritórios, conforme informações de Emanuel Cacho, são acusados de obter informações privilegiadas.

O Portal Infonet tentou ouvir a Polícia Federal em Sergipe e não obteve êxito. O Portal Infonet permanece acompanhando o desdobramento desta operação policial, cujo nome é inspirado em passagem bíblica associada à tentação e armadilhas que podem levar os homens a mergulharem em ruína.

Informações de Cássia Santana, Portal Infonet


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