quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Governo do Estado rebate nota emitida pelo Sintese ao ensino público estadual

Governo do Estado repudia nota emitida pelo Sintese ao ensino público estadual

O Governo do Estado não reconhece essa avaliação do Sintese que atribui nota para a Educação pública estadual. Não há critérios claros, não há transparência nessa votação, nem mesmo sabemos se uma votação é realizada de verdade. Tudo em relação ao processo de construção desta nota é muito obscuro.



Pela experiência, o governo sabe que o único critério que o Sintese se utiliza para avaliar qualquer gestão pública é relacionada a reajuste salarial, sendo essa, a única bandeira deste sindicato que jamais sentou-se à mesa de forma séria com o governo para discutir ações efetivas para a melhoria da qualidade do ensino.

O Governo do Estado reconhece que há problemas na Educação e está lutando muito para resolvê-los, mas entende também que se o Sintese fosse honesto na sua avaliação, levaria em consideração o trabalho e os investimentos que o governo do estado vem realizando em diversas frentes, como por exemplo, na melhoria da infraestrutura da rede escolar, nas reformas e construções de novas escolas. No total, são mais de R$ 90 milhões que a atual gestão estadual já investiu e está investindo nessa estruturação.

O Governo do Estado investe ainda na contratação de novos professores para suprir as carências em todo estado. Os resultados já começam a aparecer. Houve um aumento significativo no número de matrículas demonstrando que os alunos e seus pais voltaram a ter interesse e confiança no ensino púbico.

Mas o Sintese, que nada vê, usa como arma de luta por reajuste salarial, apenas a crítica vazia e sem fundamentação.

Quando o Sintese dá uma nota baixa à Educação estadual, não percebe que atinge de forma direta o trabalho dos professores estaduais, que eles representam, e que dedicam suas vidas ao ensino publico. Os professores também são responsáveis diretos pelo nível do ensino público estadual.

Por esses motivos, o Governo de Sergipe repudia essa avaliação que nada acrescenta em prol da Educação pública de Sergipe, mas apenas demonstra o que a sociedade pode esperar de um sindicato que parou no tempo e que em nada contribui com o futuro dos filhos do povo do nosso estado que tanto precisam de um nível mais elevado na discussão de um tema tão importante.

Governo de Sergipe

Informações da ASN

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Governo foi avaliado com 0,9, em escala de 0 a 10



A política educacional do Governo de Sergipe obteve a pior nota da história em dez anos de avaliação na ‘Prova Final da Gestão da Educação Pública’: recebeu 0,9 em uma escala de 0 a 10. O julgamento é realizado por professores de todo estado, que avaliam também os municípios, e como de costume, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese) apresenta o resultado sempre nos finais de ano, em ato público no centro de Aracaju, como ocorrido na manhã desta quarta-feira, 28.

Nos últimos três anos as notas atribuídas ao Governo caíram drasticamente: era 4,6 em 2013; caiu para 2,6 em 2014; 1,1 em 2015 e chega em 2016 com 0,9. Na avaliação realizada pelos professores, são levados em consideração cinco elementos: valorização profissional; gestão democrática; política educacional e a qualidade social do ensino; garantia de direitos do plano de carreira e estatuto; e condições de trabalho. As notas dos professores foram somadas e divididas pelo número de profissionais da educação em cada município.

A capital de Sergipe, Aracaju, não foi avaliada. Segundo o Sintese, os professores da cidade são vinculados a outro sindicato. No interior, alguns municípios ficaram com notas abaixo de um ponto na avaliação. São Cristóvão e Propriá registraram as piores notas: 0,4 e 0,7 respectivamente. Na parte superior da tabela, o município de Riachuelo foi o mais bem colocado com 8,1.

De acordo com Ivonete Cruz, presidente do Sintese, os resultados são retratos da política educacional de cada gestor. “As notas variam de ano a ano. No caso desse ano, praticamente todos os gestores que tiveram nota abaixo de 5 é por conta da política de negação de salários, de reajuste do piso da categoria. Não distante disso, esse foi um ano que faltou transporte, faltou merenda, faltou condição de trabalho. Tudo isso é atribuído no julgamento”, afirmou.

Ainda nesta manhã, os professores fizeram uma marcha fúnebre levantando a ideia de falecimento da educação pública de Sergipe. Nossa reportagem procurou a assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Educação para falar sobre os números, mas o setor informou que costuma não se pronunciar acerca desta avaliação.

Informações de Ícaro Novaes, do Portal Infonet.

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